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Marco legal da IA: o que a regulamentação no Brasil pode mudar para empresas

marco legal da IA

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Estamos prestes a viver um marco histórico

O marco legal da IA no Brasil pode finalmente sair do papel e trazer regras claras para o uso da inteligência artificial em empresas, governos e na vida das pessoas. Após ser aprovado no Senado em 2024, o projeto de Lei 2.338/2023, agora está sob avaliação de uma comissão especial na Câmara dos Deputados, com prioridade de votação.

Para ampliar o debate, a comissão também aprovou requerimentos para realizar audiências públicas em setores estratégicos como agronegócio, educação, saúde e infraestrutura, garantindo a participação da sociedade civil.

A ideia é simples de entender: assim como aconteceu com a LGPD no tema de proteção de dados, agora teremos diretrizes específicas para o desenvolvimento e uso da IA. O objetivo é garantir inovação, mas também segurança, transparência e responsabilidade.

Em outras palavras: a tecnologia não para, mas precisa ser guiada para não atropelar direitos e gerar mais riscos do que soluções.

O que muda para as empresas

Para o mundo corporativo, o marco legal da IA  é um mapa de riscos e oportunidades. Entre os pontos mais relevantes, estão:

Por que isso importa agora?

A regulação não é “coisa do futuro”: já afeta empresas de todos os portes. Startups que criam soluções com IA precisarão se adaptar desde o começo, enquanto grandes corporações terão de rever fluxos internos, contratos e até estratégias de inovação.

Por outro lado, também abre espaço para mais confiança e segurança jurídica. Imagine oferecer um produto com IA e poder dizer que ele segue normas claras de ética, transparência e governança? Isso protege a empresa, fortalece a marca diante de clientes e investidores.

Marco legal da IA em debate no Brasil: regras que podem mudar a forma como empresas usam inteligência artificial.

O Brasil não está sozinho nessa corrida

União Europeia, EUA e China já estão em diferentes estágios de regulação da IA, com diferentes prioridades: desde um controle maior do Estado, até acordos de cooperação entre empresas e governos. O Brasil, ao avançar nesse debate, mostra que quer estar entre os países que, além de consumir e produzir tecnologia, também estabelecem regras para o seu uso de forma ética e competitiva.

Isso significa que empresas brasileiras que se adequarem logo, estarão mais preparadas para competir globalmente.

E agora, o que fazer?

Algumas perguntas que toda empresa deveria começar a se fazer:

  1. Onde usamos IA hoje? (chatbots a análise de dados, softwares, automações).
  2. Qual o nível de risco desses usos? (baixa, média ou alta sensibilidade).
  3. Temos governança de dados suficiente para garantir transparência?
  4. Nossa equipe sabe explicar como a IA chega a determinadas decisões?

Responder a essas questões já é um primeiro passo para entrar em conformidade com o marco legal da IA e, mais do que isso, para criar negócios sustentáveis e confiáveis.

Na Orbital, acreditamos que inovação e responsabilidade precisam caminhar juntas. É por isso que atuamos em diferentes frentes — de squads de tecnologia a inteligência artificial aplicada — sempre com foco em clareza e resultado para o negócio.

Quer entender qual o próximo passo da sua empresa nesse novo cenário? Vamos conversar. Conheça nossos serviços.

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